Por Guilherme Costa

O ensino de uma segunda língua deixou de ser apenas um diferencial de mercado para se tornar uma ferramenta de desenvolvimento neurológico. Em entrevista ao Jornal da Manhã, a professora Naiara Fernandes, coordenadora de inglês do Colégio do Carmo, explicou como a integração de um novo idioma desde a primeira infância — a partir dos dois anos — transforma a capacidade cognitiva dos alunos. Diferente dos métodos tradicionais focados apenas em gramática, o modelo atual utiliza a ludicidade e a imersão. Segundo Nayara, o aprendizado precoce ativa uma rede de conexões neurais que potencializa o desenvolvimento global da criança. O colégio adota uma carga horária estendida, utilizando materiais com certificação internacional da Oxford e vivências práticas em espaços como a sala maker e o bosque da instituição.
“Nosso cérebro não divide o que é português e o que é inglês; tudo é desenvolvido junto. O ensino acaba sendo muito mais potencializado. Estamos falando de desenvolvimento neurológico e de aparelho fonador.” — Nayara Fernandes, Coordenadora de inglês. A professora também tranquiliza os pais sobre a “mistura” de idiomas comuns no início: “O cérebro vai se acomodando e separando as línguas. É um ganho monumental e eles adoram”. O investimento na educação bilíngue na grade curricular regular não apenas economiza tempo e recursos futuros com cursos extracurriculares, mas também prepara o estudante para certificações de proficiência exigidas no mundo acadêmico e profissional. Para os interessados, o Colégio do Carmo mantém o processo de matrículas e transferências aberto, permitindo visitas para conhecer a metodologia de perto.
Reveja o conteúdo: