
Guilherme Costa
No início de 2026, o movimento social Janeiro Branco ganha força ao convidar a sociedade a priorizar a saúde mental em um período marcado por encerramentos de ciclos e novas demandas. A campanha deste ano enfatiza que cuidar da mente é um compromisso coletivo, combatendo o isolamento e promovendo o reconhecimento do outro. A psicóloga Carine Sawtschenko foi a convidada da edição desta quarta-feira (7), do quadro Café com Entrevista e na oportunidade discutiu os desafios pós-pandemia, o impacto das redes sociais e a necessidade de construir uma “caixa de ferramentas emocional” para lidar com os conflitos diários.
“Não é na chuva que a gente limpa o telhado. Busquem [apoio] antes, que aí fica mais fácil”. “O espaço de psicoterapia, às vezes, ele pode ser alcançado através das clínicas, escolas de faculdades através do trabalho de estagiários”. É necessário reforçar que o autoconhecimento é o caminho para enfrentar um mundo de altas demandas e comparações constantes. Estratégias simples, como a higiene mental, caminhadas ao ar livre e a prática da meditação, são indicadas como aliadas acessíveis para amenizar dores emocionais. A mensagem central é de que a saúde mental não deve ser buscada apenas em momentos de crise, mas sim como um investimento contínuo na própria qualidade de vida.
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